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Curso Online de FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

Vigilante Inteligente
04 março, 2014
 Curso Online


A importância do Curso:

Vive-se, hoje, a Era do Conhecimento, segundo declaram os especialistas. E em um mercado muito competitivo, onde a qualificação da mão de obra conta como critério de desempate em uma entrevista.

Objetivos:

O curso de vigilante tem como objetivo dotar o aluno de conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes que o capacitem para o exercício da profissão de vigilante, em complemento à segurança pública, incluídas as atividades relativas a profissão.
Obs: Este curso de vigilante serve apenas para aprimoramentos de conhecimentos da profissão, conhecimentos desta bela profissão, não capacitando assim o profissional a trabalhar e exercer a profissão como vigilante. A pessoa que desejar ser um vigilante de carreira deve procurar um centro de formação de vigilante, registrado à polícia federal para fazer o curso e regulamentando o mesmo junto ao órgão desta belíssima profissão.


Pessoas Que Fizeram o Curso

Ivanilton Américo De Oliveira - "aprendir coisas que nao sabiam, muitas orientações necessárias no nosso dia dia. valeu ivanilton"

Fellipe Barros Scala Francisco - "excelentes topicos abordados.."

Fellipe Barros Scala Francisco - "excelentes topicos abordados.."

Robson Gouveia Correa - "otimo informações importantes na vida do vigilante"

curso de formação e aperfeiçoamento de vigilantes

  • Introdução

  • este curso tem como finalidade propor conhecimento e ensino de segurança ao vigilante, em sua formação básica, nas extensões e respectivas reciclagens.é um compêndio de conteúdos catalogados, desenvolvidos e adaptados para o vigilante, a partir de materiais didáticos destinados à segurança pública e privada.
    a metodologia utilizada é a mesma dos anexos da portaria n° 387/2006-dg/dpf, que alterou e consolidou as regras sobre segurança privada no brasil.
    a citada portaria prevê que o vigilante, após entrar no ramo da segurança privada através do curso de formação de vigilante, deverá voltar compulsoriamente à sala de aula a cada dois anos, não definindo qual extensão ou reciclagem irá realizar.
  • tal escolha deverá ser feita pelo próprio vigilante, levando-se em conta seus interesses profissionais e sua relação de trabalho.
    a reforma curricular apresentada na portaria 387/2006 tem enfoque no ser humano e na pessoa do vigilante, com objetivo de formar profissionais cidadãos, não apenas técnicos, e de captar no mercado de trabalho pessoas mais qualificadas para que o segmento da segurança privada possa crescer com essas medidas e prover uma melhor segurança à sociedade.
    è nessa senda que a segurança privada é complementar à segurança pública.
  • NOÇÕES DE SEGURANÇA PRIVADA (N.S. P).
    noções de segurança privada (n.s. p).
    nos termos da portaria 387/06 do departamento de polícia federal (dpf), esta disciplina encontra-se dividida em 04 (quatro) unidades didáticas e tem por objetivo capacitar o vigilante a desenvolver os conceitos, as missões, os papeis das empresas, dos representantes de classe e dos órgãos reguladores. objetiva, ainda, identificar os direitos, deveres e responsabilidades dos profissionais que atuam na área da segurança privada, tanto na esfera administrativa, quanto na trabalhista.
  • segurança privada: o brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança e liberdade. a autodefesa está adstrita à legítima defesa, exercício regular de direito, ou estado de necessidade, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. as atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas e fiscalizadas pela polícia federal. a segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade.
    fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por “iniciativa privada”
  • i. histórico normativo
    a lei nº. 7.102, de 20/06/1983, foi instituída para regulamentar as atividades de segurança privada, em especial a segurança dos estabelecimentos financeiros e o funcionamento das empresas prestadoras de serviços de segurança privada.
    após alguns anos, foi publicada a lei nº. 8.863, de 20/03/1994, que buscou definir as atividades de segurança privada, prevendo o serviço orgânico de segurança, pelo qual é facultado às empresas criar o seu próprio sistema de segurança.
    em seguida, foi editada a lei nº. 9.017, de 30/03/1995, que, na parte em que alterou as disposições normativas alusivas à área de segurança privada, atribuiu ao departamento de polícia federal a competência para fiscalizar os estabelecimentos financeiros e as empresas de segurança privada, assim como previu a cobrança de taxas, atualizou os valores referentes a multas e estabeleceu parâmetros para o capital social mínimo das empresas e o transporte de numerário.
  • a lei n° 7.102/83 foi regulamentada pelo decreto n.° 89.056, de 24/11/1983, que, por sua vez, foi atualizado pelo decreto n.° 1.592, de 10/08/1995.
    o departamento de polícia federal, depois da edição das normas acima indicadas, instituiu a portaria n° 992-dg/dpf, de 25/10/1995, responsável pelo disciplinamento de toda a atividade de segurança privada existente no país.
    após a portaria n° 992/95-dg/dpf, a direção geral do departamento de polícia federal editou as portarias n.° 1.129, de 15/12/1995 (que aprovou o certificado de segurança e de vistoria, emitidos pelas superintendências regionais do departamento de polícia federal), n.° 277, de 13/04/98 (que alterou diversos dispositivos da portaria n.° 992/95-dg/dpf), n.° 891, de 12/08/99 (que instituiu e aprovou o modelo da carteira nacional de vigilante e respectivo formulário de requerimento), n.° 836, de 18/08/2000 (que alterou dispositivos da portaria n.° 891/99) e n.° 076, de 08/03/2005 (que alterou o art. 113 da portaria n.° 992/95).
  • conceito
    atividade desenvolvida por pessoas devidamente habilitadas, por meio de empresas especializadas, visando a proteger o patrimônio, pessoas, transportar valores e apoiar o transporte de cargas. tem caráter de complementaridade às ações de segurança pública e é executada sempre de forma onerosa para o contratante.
    de acordo com o art. 2º, incisos i e ii da portaria nº. 387/06-dg/dpf são tipos de segurança privada:
    empresas especializadas - são prestadoras de serviço de segurança privada, autorizadas a exercer as atividades de vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada, segurança pessoal e cursos de formação.
    empresas possuidoras de serviços orgânicos de segurança - são empresas não especializadas, autorizadas a constituir um setor próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores.
  • objetivo:
    o objetivo desta unidade didática é revelar ao aluno os conceitos, missões, políticas e terminologias utilizadas na segurança privada.
    1. segurança privada:
    trata-se de uma atividade regulada, autorizada e fiscalizada, em todo território nacional, pela polícia federal. é desenvolvida por empresas especializadas em segurança e por empresas que possuem serviço próprio de segurança (orgânicas), com emprego de profissionais devidamente capacitados, denominados vigilantes e com a utilização de barreiras físicas e demais equipamentos destinados a inibir ou impedir atos contra a pessoa e o patrimônio.
  • 2. segurança privada como complemento da segurança pública:
    estabelece o artigo 144 da constituição federal que a segurança pública é dever do estado, direito e responsabilidade de todos e é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio pelas polícias federal, polícia rodoviária federal, polícia ferroviária federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares.
    a violência urbana e as dificuldades para sua prevenção e controle por parte dos órgãos de segurança pública, faz crescer a sensação de insegurança na sociedade, fato que leva a um significativo crescimento das atividades de segurança privada, como forma encontrada para a preservação da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
  • considerando que a segurança pública não atende a interesses pessoais ou particulares, e sim à sociedade como um todo, e que não possui condições de suprir completamente suas tarefas de proteção de pessoas e do patrimônio, aqueles que detêm melhores condições econômicas buscam a segurança privada para fazê-lo.
    por isso, as atividades de segurança privada, como bem estabelece o art. 1º, § 1º da portaria nº. 387/2006 da polícia federal, são atividades complementares da segurança pública.
    3. políticas da segurança privada:
    encontram-se voltadas à gestão pública e às empresas e representantes de classe, com a obediência aos princípios da dignidade da pessoa humana e das relações públicas, visando à satisfação dos usuários finais do serviço, bem como a atuação ostensiva e preventiva dos profissionais de segurança, visando proteção à pessoa e ao patrimônio.



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